domingo, 3 de setembro de 2017

Nem tudo muda



Nos primeiros anos da ditadura militar no Brasil o governo referendou uma frase, criada por algum beneficiário daquela ordem estabelecida, destinada aos opositores do regime de exceção: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Lutar para transformá-lo em um país melhor era desaconselhado.

Atualmente, vivendo em tempos de futilidades em alta e da moda de “libertação” de antigos princípios e valores, quando presenciamos rápidas e profundas transformações na sociedade – notadamente na brasileira, copio a célebre frase de inspiração autoritária para me referir à figura de Deus, o Criador: ame ou ignore-o. Não se queira mudar os Seus princípios, os Seus valores, as Suas sentenças. Sejamos nós os errados, os injustos, os levianos.

Quando a igreja cristã recusa o aborto, o homossexualismo, a poligamia, o enfraquecimento da família, etc., defende os princípios bíblicos, inspirados ao homem pelo Eterno. Deus não muda Sua natureza ao bel interesse de grupos sociais, ou em virtude da mudança dos costumes. A igreja representa os interesses de Deus, as Suas leis – as quais revelam o espírito divino.

Quando quisermos matar os filhos não planejados – fetos têm vida como qualquer ser humano, usar o nosso corpo em criativas atividades sexuais – opostas a original, ter vários cônjuges, anular a autoridade dos pais, fiquemos à vontade para fazê-lo e assumamos a nossa independência e autonomia. Não queiramos pautar a igreja pelos nossos princípios e desejos nem fazer de Deus um agente de homologação do nosso eu.

Alberto Magalhães

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